Tecnologia despertar o interesse na produção de flor

Tecnologia despertar o interesse na produção de flor

Segundo a reportagem de Rogério Verzignasse do Correio do correio popular,

 

Em 2018 o Brasil atingiu a posição de um dos 15 maiores produtores de flores do mundo. O avanço na produção segue na esteira do fortalecimento do agronegócio no país. Tecnologia, aumento da produtividade, novas variedades e ampliação dos canais de venda alavancam o setor de floricultura. Em 2018, a expectativa é que o faturamento cresça entre 7% e 8%. As vendas ao consumidor final devem chegar a cerca de R$ 8 bilhões.

Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura Estimativa (Ibraflor) , o cenário poderia ser ainda melhor se a economia nacional deslanchasse. Mas o otimismo é grande. O setor acredita na manutenção da trajetória positiva.

Em Holambra, que responde por 45% do mercado de flores do Brasil, a expectativa é melhor: a Expoflora alavanca as vendas.

O presidente do Ibraflor, Kees Schoenmaker, fala que os investimentos em produção e logística fortaleceram o setor e são fundamentais. “A automação no campo aumentou. Atualmente, em Holambra, cerca de 90% das produções são em estufas, o que garante a produção de quase todas as variedades de flores e plantas em qualquer época do ano”, fala.

Assim como outros setores da economia, a floricultura também sentiu a crise, mas em menor escala. Mas os consumidores da classe A mantiveram o volume de compras de flores e plantas. Mas flor faz sucesso até mesmo entre os mais pobres. Se busca o que é mais barato.

Autosserviço

As vendas de flores e plantas ornamentais em supermercados, varejões e home centers se transformaram em um importante canal de vendas. Grandes varejistas criaram áreas específicas nas lojas para a comercialização de flores, plantas e artigos relacionados à jardinagem.

OS NÚMEROS

– 8,2 mil

– PRODUTORES

– De flores abastecem o mercado brasileiro

15 mil HECTARES

De terras são cultivados com flores no Brasil.

Fonte: http://correio.rac.com.br

Crise, não deve atrapalhar no crescimento da produção de flores em 2018 que deve ser de 7%.

Crise, não deve atrapalhar no crescimento da produção de flores em 2018 que deve ser de 7%.

Apesar da crise econômica e do desemprego, que afeta 12,9 bilhões de pessoas no país, o setor de produção de flores e plantas ornamentais tem como objetivo crescer entre 7% e 8% em 2018, em relação a 2017. As vendas ao consumidor final devem chegar a cerca de R$ 8 bilhões, segundo levantamento Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor).

Holambra corresponde por 45% do mercado de flores do Brasil, e tem como objetivo  crescer 10% nos negócios. A Expoflora – maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina deve funcionar como uma avaliação do mercado consumidor pelos produtores.

Segundo o diretor da Ibraflor Renato Opitz, a exposição é fundamental, pois ela é como um laboratório é na exposição que os produtores testam se se a terá aceitação no mercado e define se irão aumentar a produção ou diminuir ou até mesmo repente desistir dessa produção, pois durante cinco finais de semana, mais de 300 mil pessoas passam por ela.

Para Opitz, o crescimento do setor nesse contexto pode ser atribuído a dois fatores principalmente. “Foram trazidas novas variedades do exterior que foram multiplicadas no Brasil e introduzidas no mercado, cores diferentes, formatos e também variedades mais produtivas. Com isso, diminuiu o custo do produtor e ele também conseguiu colocar isso no mercado a preços mais baixos.”

A outra razão foi o aumento da venda com a de flores nos supermercados. “Essas flores e plantas ornamentais estão chegando ao consumidor a preços mais baixos. Muita coisa antigamente era só em floriculturas e agora, em vários supermercados, nas redes médias e pequenas também, você encontra a flor disponível.”

Segundo Opitz, as variedades trazidas de países como Holanda e Estados Unidos, além de mais produtivas, em alguns casos, são mais duráveis, o que atrai também compradores.

Outro fator que favorece o crescimento do setor é a produção em ambientes protegidos, como estufas ou áreas de telado, em que é possível controlar melhor a temperatura e a umidade durante todo o ano. Em Holambra, cerca de 90% das flores são cultivadas em estufas, o que garante a produção regular de quase todas as variedades em qualquer época do ano.

“Consegue-se fazer com que uma espécie floresça ao longo dos 12 meses do ano, conforme se regulam as condições. E isso, antigamente, não era possível. Sem essas estufas, essa flor só florescia em uma determinada época do ano”, enfatizou Opitz.

Fonte: Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

HOLAMBRA TERÁ A PRIMEIRA FACULDADE DE FLORES DO BRASIL

HOLAMBRA TERÁ A PRIMEIRA FACULDADE DE FLORES DO BRASIL

Ministério da Educação aprovou a instalação do curso superior, que funcionará em uma escola municipal.

Ministério da Educação aprovou, com nota 4 (em uma escala que vai até 5), o curso que vai formar especialistas em floricultura. A implantação da primeira Faculdade das Flores (FAF) do Brasil será implantado na cidade de Holambra, interior de São Paulo, através da Faculdade de Jaguariúna (FAJ).

MERCADO DE FLORES SUPERA EXPECTATIVAS EM 2016

MERCADO DE FLORES SUPERA EXPECTATIVAS EM 2016

Segundo o Ibraflor, em 2015 o faturamento do setor de flores foi de R$ 6 bilhões

Contrariando o senso comum, que relaciona o comércio de flores somente às datas comemorativas, o setor tem surpreendido e apresentado crescimento superior ao esperado, mesmo diante da atual crise econômica. Segundo oInstituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), em 2015 o faturamento foi de R$ 6 bilhões, contra R$ 5,7 bilhões de 2014.De acordo com o presidente do Instituto, Kees Schoenmaker, as perspectivas de crescimento para este ano eram de 6 a 8 %. Entretanto, a meta de 8% já foi atingida no primeiro semestre. “As vendas do Dias Mães foram favoráveis para todos os setores, alguns venderam menos, mas quase ninguém perdeu produto”, comenta.

PRÉDIO COM JARDIM VERTICAL É OPÇÃO PARA PAÍSES TROPICAIS

PRÉDIO COM JARDIM VERTICAL É OPÇÃO PARA PAÍSES TROPICAIS

O Oasia Downtown é um edifício criado com uma solução simples e eficientes para os países tropicais: uma fachada totalmente coberta por plantas. O prédio troca os vidros, tendência contemporânea em edifícios comerciais, pelo verde da vegetação natural.

Localizado no centro de uma densa área comercial, o edifício tem 30 andares e foi entregue após cinco anos de construção. A ideia é usar as plantas para ajudar a amenizar a temperatura interna. Enquanto as fachadas de vidro absorvem o calor, atuando como estufas, o jardim vertical tem o poder exatamente inverso.